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sábado, 15 de setembro de 2018
Livro: Beduído e Veiros - Património Construído
PEREIRA, Marco - Beduído e Veiros - Património Construído. Junta de Freguesia da União e Freguesias de Beduído e Veiros, 2017
ONDE COMPRAR: Junta de Freguesia de Beduído e Junta de Freguesia de Veiros.
domingo, 2 de março de 2014
150 anos de caminho-de-ferro em Estarreja
A construção e abertura da Linha do Norte do
caminho-de-ferro decorreu por fases. Inaugurou-se o serviço regular de
comboios, entre Devezas (Gaia) e Estarreja, em 8.6.1863, com abertura
provisória em 19.11.1862. A ligação para sul, entre Estarreja e Taveiro, abriu
oficialmente em 10.4.1864. E o antigo edifício da estação de Estarreja foi
inaugurado dias antes, em 4.4.1864, tendo obras significativas no início do
século XX.
Igualmente no início do século XX juntavam-se no pequeno
largo da estação carruagens de aluguer puxadas por cavalos, para serviço local
articulado com as partidas e chegadas dos comboios. Além delas partiam nessa
altura duas diligências diárias para Viseu e S. Pedro do Sul, servindo
Albergaria-a-Velha, Pecegueiro, Oliveira de Frades e Vouzela. Assim se ligava
parte da Beira Alta com o caminho-de-ferro e, por via dele, com os grandes
centros urbanos do país. Aliás a estação de Estarreja esteve inicialmente projectada
não para a sede do concelho mas para a freguesia de Salreu, pretendendo
facilitar a ligação por estrada para Viseu e outros locais do interior. Tão
importante via de comunicação haveria também de ter um papel significativo na
chamada Monarquia do Norte, ou Traulitânia, conflito militar que em
1919 opôs monárquicos e republicanos, com um importante centro de operações
monárquico e batalha determinante em Estarreja.
Nesta estação se expediam diversos bens produzidos em
concelhos vizinhos. Durante a segunda metade do século XIX as mercadorias eram
em Estarreja baldeadas directamente dos barcos para os vagões, e vice-versa,
por o esteiro ligar nessa época directamente à estação. Transportava-se então
gado bovino para abastecer Lisboa e mais tarde, por volta de 1916, os hospitais
e ruas da capital começavam a ser abastecidos de leite que ia de comboio a
partir de Estarreja. No início do século XX várias fábricas de concelhos
vizinhos expediam aqui as suas mercadorias: papel, vidro, minério, tecidos, manteiga,
e enfim ovos, galinhas e gado. Ao longo do século XX continuou o sal de Aveiro
a ser carregado do esteiro de Estarreja para os vagões dos comboios, o que em
Aveiro não era possível por não haver ligação fluvial à estação. Do mesmo modo
a sardinha do mar próximo era, há um século, distribuída localmente e para o
norte do país pelo caminho-de-ferro. Parte da importância económica da estação
de Estarreja acabou perdida em favor da linha do Vale-do-Vouga. Mas o passar do
caminho-de-ferro no concelho seria determinante para a instalação da indústria
química a partir da década de 1940, que tirou partido deste meio de transporte
com ligação directa ao mesmo.
Os pontos de acesso ao comboio multiplicaram-se cedo.
Primeiro foi Avanca que acolheu um apeadeiro (1887), servindo várias freguesias
vizinhas. Em 1913 teve uma primeira promoção a estação (sem efeitos práticos) e
construiu-se um pequeno edifício cerca de 1915-1916, com dinheiro do povo de
Avanca, Pardilhó e emigrantes no Brasil. Data de 1929 o edifício actual, com um
interessante revestimento de azulejos aveirenses da mesma data, que mostram
paisagens e pessoas de Avanca e Pardilhó. Em 1931 veio a promoção definitiva a
estação. Egas Moniz acabou por reconstruir a casa dos seus antepassados próxima
à estação de Avanca, para aí transferindo a sua residência local, ficando mais
próximo do comboio que o ligava à vida profissional e política em Lisboa.
Depois de Avanca, constituíram-se apeadeiros em Canelas
(1902), Salreu (1911) e mais recentemente em Samoqueiro (este destinado à
indústria química). No início do século XX pensou-se em várias ocasiões
estabelecer uma linha marinhoa até à Bestida, que não chegou a ser
concretizada. Já antes, na década de 1880, havia funcionado na Torreira uma
pequena linha entre o mar e a ria, onde se transportava o peixe a tracção animal.
A pequena vila de Estarreja do início do século XX ganhou um
ar mais urbano e vida comercial quando, entre 1925 e 1926, se rasgou uma nova
avenida (actual Avenida Visconde de Salreu), ligando a estação do
caminho-de-ferro à actual Praça Francisco Barbosa, o centro político e
comercial do concelho. Esta nova e larga avenida (mas de traçado irregular e
discutido no seu tempo), construída no contexto de crise do final da Primeira
República, contrastava com as modestas vias à época existentes no meio. Nela se
viriam a estabelecer diversos espaços comerciais, e mesmo industriais,
transformando a “avenida da estação” na “baixa” comercial do concelho. E ainda
acolheu alguns exemplos tardios de casas estilo Arte Nova, colocando Estarreja
na lista de locais de visita obrigatória, para os aficionados deste género
artístico.
Merecem referência outros progressos na Linha do Norte, como
a construção da segunda via em 1905, e a electrificação da linha entre 1964 e
1965. Na sequência das obras dos últimos anos nos caminhos-de-ferro, a antiga
casa da estação de Estarreja acabou por ser demolida em 5.3.2005, dando lugar
ao edifício actual de estética discutida.
In O Jornal de Estarreja, n.º 4660, 14.6.2013, p. 3
sábado, 9 de março de 2013
Centenário da Feira dos 9
No início do século XX o
centro de Pardilhó era um espaço acanhado, e não o vasto largo que hoje
conhecemos. Já então ali se fazia um pequeno mercado diário e maior ao domingo,
onde se vendiam bens diversos, principalmente peixe. Havia ainda uma rápida
feira de porcos aos domingos de manhã, clandestina, após a primeira missa.
No triângulo de cima, próximo do coreto actual, existia um celeiro e uma capela com a invocação de Santo António. O celeiro pertencera em tempos ao Mosteiro de Arouca, e era um dos locais onde os nossos antepassados depositavam os foros, isto é, parte do que produziam na agricultura, para pagar senhor da terra que era o dito Mosteiro. A partir de meados do século XIX este celeiro deixou de ter préstimo, pois a implantação definitiva da Monarquia Liberal, com a vitória do rei D. Pedro sobre D. Miguel, extinguiu diversos antigos privilégios, como os que o Mosteiro de Arouca possuía nas terras de Antuã. Com o rodar dos anos, o celeiro do centro de Pardilhó entrou em degradação, até que acabou por ser demolido em 1906. Surgiu então a ideia de criar uma feira de gado no terreno deixado livre e no envolvente, espaço que foi terraplanado nessa altura. A capela de Santo António só foi demolida em 1926, o que ocasionou alguma polémica na freguesia.
Também no centro de Pardilhó, mas na parte de baixo (triângulo do cruzeiro) esteve instalado o cemitério da freguesia, de onde em 1938 a Junta de Freguesia removeu as ossadas existentes para o actual, que tinha sido inaugurado incompleto em 1933. Após a remoção das ossadas, o terreno do antigo cemitério foi terraplanado, deixando livre um espaço central.
Foi neste contexto que nasceu a “Feira dos 9”, no centro de Pardilhó. Aproveitando o terreno deixado livre pela demolição do celeiro em 1906, e ainda acanhada por entre a capela de Santo António e o cemitério, que haviam de durar por alguns anos, respectivamente até 1926 e 1938.
Por iniciativa da Junta de Freguesia de Pardilhó, realizou-se pela primeira vez em 9 de Abril de 1911 uma feira de gado, que começou por ser frequentada pelas pessoas das freguesias vizinhas. Ali se vendia principalmente gado bovino, além de suíno e algumas mercadorias, como as fazendas. A experiência da nova feira correu bem e esta cresceu, ficando conhecida por “Feira dos 9”, por ser o dia do mês em que se realizava.
Na sequência de alguma instabilidade política existente, nos primeiros tempos após a revolução do 28 de Maio de 1926, Pardilhó pertenceu durante ano e meio ao concelho de Ovar. Foi a Câmara Municipal de Ovar que, a pedido da Junta de Freguesia de Pardilhó, decidiu que a “Feira dos 9” passasse a realizar-se duas vezes por mês, nos dias 9 e 23. Assim, houve pela primeira vez “Feira dos 23” no dia 23 de Março de 1927. Todavia a feira no dia 23 sempre foi mais pequena que a do dia 9.
Ambas decorriam durante o período da manhã, e quando calhassem ao domingo passavam para o sábado. Estas feiras geravam bom lastro para equilibrar os cofres da Junta de Freguesia.
No dia 23 de Junho de 1970 a “Feira dos 9 e dos 23” realizou-se pela primeira vez na Quinta do Rezende, tomada de arrendamento pela Junta de Freguesia à Misericórdia de Estarreja. Ficou assim desocupado o largo da igreja, que pouco depois teve algumas obras. A feira deixou de se fazer na década de 1980, devido a um surto de peripneumonia no gado.
Como no passado dia 9 de Abril de 2011 se completaram exactamente 100 anos da primeira “Feira dos 9”, lembrei-me de a evocar neste artigo, esperando que possa interessar a alguns conterrâneos e reavive memórias de quem a conheceu.
O Concelho de Estarreja, n.º 4225, 19.4.2011, p. 4.
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
Centro da freguesia de Pardilhó em 1892
Identificam-se à esquerda a Capela de Santo António (e seu
adro), demolida em 1926, a
Igreja actual, inaugurada em 1835, e entre ambos os templos o celeiro do
dízimo, que pertenceu ao Mosteiro de Arouca até 1848 e foi demolido em 1906. Em
baixo encontra-se o cemitério velho, utilizado de 1835 a 1938. À direita lê-se
uma referência a “Casa d’Escola”, que é a escola do Pe. José Lopes Ramos, onde
fez a instrução primária Egas Moniz.
Esta imagem corresponde a
parte de uma planta parcelar de 1892, identificada como “Lanço de Estrada de
Areia do Gonde ao Bunheiro”, um projecto para reforma e alargamento da estrada,
que até aí era um caminho apertado cheio de curvas. Pertence ao Arquivo Municipal de Estarreja,
Processos de Obras Públicas. Na mesma planta podem ver-se os Moinhos do
Carvalhal (dois moinhos, com três mós cada), em frente dos quais passava a
estrada velha, e dois fornos de telha em Fontela.
In "História do Centro Paroquial e da Paróquia de Pardilhó", Centro Paroquial de Assistência de Pardilhó, 2012, p. 25
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Edifício de Germano Matos
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Construído durante os anos 1999-2007. Assenta em local até 1998 ocupado parcialmente por dois estabelecimentos comerciais:
1) o café Aranha, que surgiu no início dos anos 80 e teve várias gerências, existindo antes no mesmo sítio outros estabelecimentos comerciais;
1) o café Aranha, que surgiu no início dos anos 80 e teve várias gerências, existindo antes no mesmo sítio outros estabelecimentos comerciais;
2) a Loja da Maria do Carmo, taberna e mini-mercado sucessora da congénere Loja da Ti Cecília, da primeira metade do séc. XX.
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quinta-feira, 28 de julho de 2011
Loja de desporto e seu edifício
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A antiga casa no mesmo local foi demolida em 1992,
construindo-se o edifício actual de imediato. Logo que concluído abriu um
estabelecimento de material desportivo em 1993.
In “Evolução histórica do centro urbano de Pardilhó” [desdobrável], Câmara Municipal de Estarreja / Junta de Freguesia de Pardilhó, Junho de 2009
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terça-feira, 31 de maio de 2011
Estacionamento atrás da igreja
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Ali existiu uma Tília, removida pela Junta de Freguesia para dar lugar ao actual parque de estacionamento, concluído em 1995.
In “Evolução histórica do centro urbano de Pardilhó” [desdobrável], Câmara Municipal de Estarreja / Junta de Freguesia de Pardilhó, Junho de 2009
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sexta-feira, 11 de março de 2011
Cantinho do Ilhó
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Local privilegiado para o almoço quando se fazia a Feira dos 9, primeiro foi a taberna da Preciosa, mais tarde do Joaquim do Álvaro (falecido em 1990). Café entre 1977 e 1983 de Manuel do Nascimento, depois e sucessivamente José Crespo, Manuel Pisca e actualmente o casal Arménio e Lola.
In “Evolução histórica do centro urbano de Pardilhó” [desdobrável], Câmara Municipal de Estarreja / Junta de Freguesia de Pardilhó, Junho de 2009
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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
A nova Câmara de Estarreja, em notícia de 1899
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O texto que abaixo se transcreve foi publicado em 1899 na
revista “O Occidente”, um dos principais periódicos portugueses da época. Nele
se dá notícia do então recente edifício dos Paços do Concelho de Estarreja,
onde passaram a albergar-se quase todas as repartições públicas locais, e
publicam-se conjuntamente as fotografias de Francisco Barbosa e da Câmara,
talvez a mais antiga fotografia existente do edifício.
A casa onde a Câmara de Estarreja funcionava, antes dos Paços do Concelho actuais, era muito mais modesta. Após ter dela saído a Câmara, tribunal e demais repartições, continuou a albergar a cadeia de Estarreja até que, em 1946, foi oferecida aos Bombeiros Voluntários de Estarreja. Estava em estado degradado quando foi demolida, cerca de 1952, possibilitando o alargamento da Praça do Peixe. Mais ou menos no mesmo local está hoje instalado o Bar da Tomásia.
A transcrição abaixo mantém a ortografia da época e mesmo as expressões que, actualmente, são erros ortográficos. Parece mais interessante manter o texto tal como está no original, pelo sabor que imprime na sua leitura
Marco Pereira
PAÇOS DO CONCELHO DE ESTARREJA
O populoso e rico concelho de Estarreja faz parte do
districto de Aveiro. A villa fica n’uma elevação sobranceira aos feracissimos
campos do rio Vouga; e communica com a formosa ria de Aveiro por um canal de
cerca de três kilometros de extensão.
No dia 5 de Janeiro de 1896 inaugurou-se o bello e magestoso edificio representado pela nossa gravura, destinado a servir de paços do concelho, abrangendo tambem todas as outras repartições publicas, com excepção apenas da estação telegrapho-postal.
Pode dizer-se que por sua vastidão, perfeito acabamento, disposição interior e architectura a um tempo simples e elegante, é um dos mais notaveis edificios publicos do paiz.
Mede em extensão 50 metros; em altura, da base á cornija 14 metros, e em largura 20 metros.
O pavimento interior, do lado esquerdo frente, contém: a administração do concelho, com o gabinete do administrador e archivo, e a recebedoria; do lado direito frente: a repartição de fazenda em duas salas, o archivo, o gabinete do escrivão e do contador da comarca. Do lado esquerdo fundo: a conservatoria e gabinete do conservador, a sala das audiências do juizo de paz, a repartição do aferimento dos pesos e medidas. Do lado direito fundo: os quatro cartorios dos escrivães do juizo de direito.
O pavimento nobre, do lado direito frente contem: a sala do tribunal judicial e gabinetes do juiz e delegado. Do lado esquerdo frente: a sala das sessões da camara municipal com dois gabinetes. Do lado direito fundo: quatro salas para testemunhas e jurados. Do lado esquerdo fundo: a thesouraria do concelho, o archivo e secretaria da camara municipal.
As salas do tribunal e das sessões da camara tem cada uma 16,m40 de comprimento por 9m,20 de largura. Todas as outras salas e gabinetes são vastos, arejados, e de grande pé direito.
A entrada faz-se por um amplo atrio quadrado de 9,m20 de largura por outros tantos de comprido; e a elle corresponde no pavimento superior um magnifico salão muito bem ornamentado. A escada é elegante e lançada com todas as condições da arte. No frontão veem-se em granito as armas reaes portuguezas.
*
A construcção d’este edificio, cuja planta foi elaborada pelo distincto professor do lyceu de Aveiro, João da Maia Romão, e começada em 1892, deve-se aos incansaveis esforços do sr. Francisco Barbosa da Cunha Sottomayor, illustre deputado pelo circulo de Estarreja e Ovar, um benemerito d’aquella localidade, que a tem dotado com muitos importantes melhoramentos. Este cavalheiro, que a um sangue distrincto allia as mais apreciaveis qualidades como homem publico e particular, conseguiu levar a cabo em menos de quatro annos, sem sollicitar auxilios do governo, e somente com as forças do municipio de que era presidente, com o seu trabalho aturado e com uma vigilancia tão energica como intelligente, este soberbo edificio, que não envergonharia qualquer das nossas principaes cidades, e cujo custo foi relativamente economico, porque não excedeu a somma de 30.000$000 réis, incluindo expropriação do terreno e mobilia completa para todas as repartições.
"O Occidente", n.º 739, 10/7/1899, pág. 153
In "O Jornal de Estarreja", n.º 4550, 14.1.2011, p. 2
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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Café Vitória
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Antiga alfaiataria e barbearia de Manuel Alfaiate. Em finais dos anos 60 instala-se o café Zip-Zip, que durou até fins dos anos 80. Depois, por pouco tempo, o café foi gerido por Nela Cascais. Desde 1991 funciona o actual café Vitória, do casal Joaquim e Maria Luciana, que remodelou totalmente o edifício em 2002.
In “Evolução histórica do centro urbano de Pardilhó” [desdobrável], Câmara Municipal de Estarreja / Junta de Freguesia de Pardilhó, Junho de 2009
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sábado, 20 de novembro de 2010
Casa Marcelo
Oficina de venda e reparação de motorizadas e bicicletas, fundada em 1936 por António Valente de Matos (Marcelo) e ampliada para a dimensão actual em 1956. Entre Janeiro 1973 e 2006 teve a gestão de Francisco Santos Silva e desde Janeiro de 2007 do seu filho António Fernando Santos Silva.
In “Evolução histórica do centro urbano de Pardilhó” [desdobrável], Câmara Municipal de Estarreja / Junta de Freguesia de Pardilhó, Junho de 2009
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quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Edifício do Banco Espírito Santo (Edifício Venezuela)
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No mesmo local esteve instalado o café da Bernardina. No primeiro andar tinha um salão de jogos e na década de 1940 a sede do Sindicato Nacional dos Carpinteiros Navais do Distrito de Aveiro (abrangendo o distrito de Coimbra). Na mesma casa iniciou actividade em 1970 um café-restaurante, com mini-mercado e pensão.
No início da década de 1970 foi substituída a antiga casa pelo edifício actual, construído por Francisco Farinhas e inicialmente com r/c e 1.º andar, cujo estabelecimento comecial, com a mesma actividade do anterior, continuava a ser gerido por Henrique Lopes Ramos. Mais tarde acrescentaram-se mais dois andares à construção e em 1983 abriu no r/c uma agência do Banco Espírito Santo e Comercial de Lisboa.
In “Evolução histórica do centro urbano de Pardilhó” [desdobrável], Câmara Municipal de Estarreja / Junta de Freguesia de Pardilhó, Junho de 2009
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segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Casa de Arte Nova
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Mandada construir por volta de 1930 por João Sapateiro, sendo construtor o mestre Alberto e desconhecendo-se o autor do projecto. Serviu de sapataria, alfaiataria e barbearia, vindo a ser demolida cerca de 1978. O actual edifício, onde está instalado o café Moliceiro, foi iniciado em 1984 e concluído em 1986.
In “Evolução histórica do centro urbano de Pardilhó” [desdobrável], Câmara Municipal de Estarreja / Junta de Freguesia de Pardilhó, Junho de 2009
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sábado, 30 de outubro de 2010
Busto do Dr. Jaime Ferreira da Silva
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Feito por subscrição pública e inaugurado em 1964, homenageando o Dr. Jaime Ferreira da Silva (1916-1962), antigo Presidente da Câmara de Estarreja e Governador Civil de Aveiro, falecido acidentalmente. Autoria de Joaquim Meirelles (1964). Durante as obras de reconfiguração urbanística do centro de Pardilhó, em 2008-2009, foi alterada a sua localização.
In “Evolução histórica do centro urbano de Pardilhó” [desdobrável], Câmara Municipal de Estarreja / Junta de Freguesia de Pardilhó, Junho de 2009
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sábado, 22 de maio de 2010
Coreto
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A sua construção pela Junta de Freguesia, em 1979, foi polémica, mas hoje a população não aceitaria que fosse removido. Teve obras de renovação em 2009.
In “Evolução histórica do centro urbano de Pardilhó” [desdobrável], Câmara Municipal de Estarreja / Junta de Freguesia de Pardilhó, Junho de 2009
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domingo, 16 de maio de 2010
Farmácia Reis
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Abriu em 1953, com a direcção técnica de Maria Alcina Abreu Freire dos Reis. Funcionaram antes outras farmácias em Pardilhó, sendo as mais recentes a Moderna, na década de 1920, e a Lusitana, desde a década de 1930 até finais dos anos 60. Na Lusitana, de Manuel de Oliveira Leite, houve também consultas de dentista.
In “Evolução histórica do centro urbano de Pardilhó” [desdobrável], Câmara Municipal de Estarreja / Junta de Freguesia de Pardilhó, Junho de 2009
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Estaleiros de Construção Naval
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Dentro do espaço do centro de Pardilhó houve construção naval na primeira metade do século XX: atrás da igreja, ao ar livre, por David Amaro e Joaquim Roleiro conjuntamente; em frente à actual drogaria de Júlio Miranda, encostado ao cemitério, Rebelo.
In “Evolução histórica do centro urbano de Pardilhó” [desdobrável], Câmara Municipal de Estarreja / Junta de Freguesia de Pardilhó, Junho de 2009
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quinta-feira, 29 de abril de 2010
Sanitários
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Construídos pela Câmara Municipal em data entre 1964-1968, e demolidos durante as obras no novo largo de 2008-2009.
In “Evolução histórica do centro urbano de Pardilhó” [desdobrável], Câmara Municipal de Estarreja / Junta de Freguesia de Pardilhó, Junho de 2009
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Construídos pela Câmara Municipal em data entre 1964-1968, e demolidos durante as obras no novo largo de 2008-2009.
In “Evolução histórica do centro urbano de Pardilhó” [desdobrável], Câmara Municipal de Estarreja / Junta de Freguesia de Pardilhó, Junho de 2009
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sábado, 13 de fevereiro de 2010
Avenida António Joaquim de Rezende
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Começou a construir-se em 1932 e no mesmo ano as primeiras casas limítrofes, inaugurando-se a avenida em 1935. Surgiu da necessidade de haver uma via de ligação ao novo cemitério.
In "Evolução histórica do centro urbano de Pardilhó" [desdobrável], Câmara Municipal de Estarreja / Junta de Freguesia de Pardilhó, Junho de 2009
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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Cruzeiro
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É de 1897, mudado de localização e renovado em 1939, uma vez feita a remoção do antigo cemitério.
In "Evolução histórica do centro urbano de Pardilhó" [desdobrável], Câmara Municipal de Estarreja / Junta de Freguesia de Pardilhó, Junho de 2009
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